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Parte de você se revela com a imagem que você transmite

Por: Editorial IOB Concursos
08/04/2014
 Por Luiza Ricotta


Luiza Ricotta é psicóloga, trabalha com desenvolvimento profissional e pessoal, sendo Coaching de candidatos à carreira pública. Professora em cursos de pós-graduação e preparatórios para concursos. Articulista e conteúdista. Criou e desenvolveu método de trabalho de preparação emocional em concursos. Autora do livro "Concurso Público - como vencer esse desafio".

 

Como sabem a profissão começa quando nosso desejo se volta para algum interesse profissional. Queremos ser úteis e para isso o aprendizado não só do que a função escolhida exige, como postura e conduta pessoal vão dizendo quem você é. Envolve o bom direcionamento de aspectos importantes na consolidação de um profissional de excelência. 

Quando se dedicam aos estudos a fim de conquistar uma vaga na esfera pública estão se submetendo a uma lapidação que tem como mentor principal a sua gestão pessoal. Vamos falar então da sua autoimagem, fundamental para ir se modelando desde já, pois como sabem a preparação para a carreira pública é um trabalho.

A imagem é um importante recurso do profissional. Há uma identidade que vai sendo construída pelas ações, postura e atitudes. São vistas e percebidas pelas pessoas à sua volta no contexto do trabalho, da vida social, entre colegas de estudo e com as aquelas ainda mais íntimas.

Espantoso é o fato de como pessoas não se darem conta disso, de que estão sendo vistas e dispondo de um conceito de sua pessoa bem como de si no âmbito profissional.  Algumas ainda insistem em se comportar como se o trabalho fosse uma extensão da sua casa e agem assim desconsiderando o fato de estarem num contexto público, social. São barulhentas, falam alto, riem demais, falam de seus assuntos pessoais ao telefone e para você que apenas a conhece num contexto da vida, trazem seus problemas a baila, gerando a desconcentração daqueles que estão envolvidos em seus trabalhos, ideias e pensamentos. São verdadeiras tesouras, cortando pensamentos próprios, o fluxo de criatividade, a sua reflexão e direcionamento do pensamento.

A invasão é tamanha, pois os pensamentos são truncados pela força do ego do outro que se julga em condições de impor sua presença de algum modo. Sem que este tenha oportunidade de dizer-lhe: - agora não!

Obviamente já perceberam que não estamos falando de etiqueta do comportamento. Falamos de adequação e profissionalismo que permite a todos compartilhar um mesmo ambiente sem incomodar e ser incomodado.

São estas pessoas que gostam de causar, chegam como se estivessem estreando um teatro, querem ser olhadas, vistas, ouvidas – querem tornar os outros, platéia de seu show sem perguntar a elas, se isso as interessa. A falta de educação e postura corporativa, empresarial, profissional geram conflitos pelo choque dos níveis de consciência.

Quando o que mais acreditam é que são originais e autênticas. Falta-lhes a percepção e a noção. Pois, caso tivessem, agiriam de outro modo. Estão mostrando a todos, o quanto apresentam dificuldade de compartilhar, ouvir, respeitar. Apontando o desnível, a baixa consciência intelectual e social.

A convivência grupal se adéqua às diferenças e estilos de pessoas, sem gerar choques dessa natureza. Contribui e enriquece quando bem explorada. Do contrário geram problemas de todo ordem, pois até mesmo as regras são interpretadas de forma distante daquilo que se propõem. 

Pessoas de consciência elevada, bem formadas e estruturadas, são bem educadas e zelam pela sua imagem, expressando o que deseja que os outros levem da sua pessoa. Guarda o que não precisa ser despejado, afinal o ambiente de trabalho não permite desaguar suas complexidades, dificuldades, dramas, etc...   Não é lugar para isso!  O princípio básico a ser respeitado é a obra, o próprio trabalho a ser desenvolvido e mantido como expressão da capacidade de todos que compõem aquele grupo, cada qual com sua participação.

Corridinhas, pulinhos, conversinhas, risinhos, forma de vestir e se comunicar com as pessoas. Todas elas retratam quem você é. O contexto profissional é marcado sim pelas singularidades das pessoas, pois cada um é diferente. Respeitando-se um consenso, o razoável, o adequado e próprio para aquele ambiente. Para isso, os tais inoportunos precisam perceber que não estão dando ibope, certo!   Não os estimule, não ria das suas piadas, discipline seu tempo quando eles veem tomar o seu tempo.  Marque sua posição não permitindo que eles te vençam pelo cansaço. Aponte com a sua prática, que com boa imagem, tem credibilidade e cumpre suas realizações sem se perder no que estes se propõem – no seu emaranhado pessoal.

Incrível como se esquecem de que estão gerando uma tremenda imagem negativa de si próprios.  Falta-lhes a noção, a percepção apurada da repercussão de seu comportamento de baixa credibilidade e confiança.

Não há mais espaço para esse amadorismo do comportamento em esfera profissional. Ninguém está a serviço de ter que lidar com os recalques, egos inflamados e inchados das demais pessoas e muito menos com a falta de boa formação pessoal. Educação e formação do caráter e da personalidade se aprendem em casa, dão o retrato de onde tudo começou!

 

Luiza Ricotta

Consultoria em Performance Profissional e Pessoal

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LuizaRicottaConsultoriaemPerformance

 

Twitter:@luizaricotta

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