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Energéticos e estudos. Vale a pena?

Por: Editorial IOB Concursos
23/12/2014
 Qual o preço de abusar de bebidas energéticas para intensificar os estudos?

bebidas anergeticas

O uso de bebidas estimulantes com o objetivo de aguentar a intensa rotina de estudos tem sido uma prática muito comum entre os concurseiros. No entanto, recorrer às bebidas energéticas para passar noites em claro e “recuperar o tempo perdido” pode não ser uma boa ideia.

 

Segundo dados federais apresentados pelos Estados Unidos, em 2011, a bebida energética foi citada como a principal causa de 20.783 atendimentos hospitalares de urgência, sendo que o maior grupo de pacientes estava na faixa dos 18 aos 25 anos.  No Brasil, entre 2006 e 2010, o crescimento do consumo desse tipo de produto foi de mais de 300%, segundo pesquisa realizada pela Associação das Indústrias de Refrigerantes e Bebidas Não Alcoólicas (Abir). 

 

Os efeitos colaterais do abuso de bebidas energizantes incluem: aceleração do batimento cardíaco, insônia, dependência, perda de cálcio e magnésio pelo organismo, resultando em câimbras e, em longo prazo, osteoporose. Vale ressaltar que, dependendo da dose e do organismo, as implicações podem ser ainda piores, esse tipo de bebida atua diretamente no Sistema Nervoso Central, para estimular o metabolismo da pessoa que o ingere, ela pode agir no cérebro, retardando suas respostas e estímulos.

 

Conheça as substâncias mais utilizadas na composição dos enérgéticos, além de carboidratos, e seus efeitos no organismo:

 

Taurina: é um aminoácido que participa de funções fisiológicas importantes, como a excreção rápida de produtos tóxicos no organismo. Ainda não existem pesquisas conclusivas sobre seu consumo em longo prazo.

Glucoronolactona: é um carboidrato que possui função desintoxicante e auxilia na metabolização de substâncias.

Cafeína: acelera a cognição, diminuindo a fadiga e aumentando o estado de vigília, tem efeito sob o Sistema Nervoso.

Inositol: esse isômero da glicose previne o acúmulo de gordura no fígado e melhora a comunicação cerebral, a memória e a inteligência.

Vitaminas: as principais encontradas nos energéticos são a niacina, B6, B12, riboflavina e ácido pantotênico. Sua presença está relacionada à reposição das doses recomendadas.

O uso dessas bebidas no período de estudos trazem a falsa sensação de substituição do repouso, mas vale lembrar que o estado de alerta é temporário, por isso, quando o efeito da bebida passa, o cansaço geralmente é ainda maior e ainda pode vir acompanhado de dores de cabeça e no estômago.


Com informações de Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas.

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